sábado, 23 de novembro de 2013

O café do amor


Titulo Original: the crossroads café
Escritora: Debora Smith
Editora: Porto Editora

Sinopse: 
Uma mulher bela marcada pela vida
Um homem amargurado em busca de redenção
Unidos pelo destino num lugar mágico

Cathryn Deen vivia num mundo de sonhos: atriz famosa, idolatrada, era considerada a mulher mais bela do planeta. A fama era tudo na sua vida. Mas após sofrer um trágico acidente de automóvel, que a deixa marcada para sempre, decide ocultar-se de tudo e de todos
Escondida na casa da sua avó materna nas montanhas do Carolina do Norte, Cathryn tenta ultrapassar os seus traumas com a ajuda da sua grande prima Delta, uma mulher roliça e bem disposta. Delta alimenta com os seus cozinhados e biscoitos deliciosos o corpo e o espirito dos mais carentes
Um dos seus protegidos é o Thomas Mitternich, um famoso arquiteto, fugido de Nova York, após os atentados às Torres Gémeas lhe terem roubado o que mais valioso tinha na vida: a mulher e o filho. 
Atormentado pela culpa, Thomas acredita que mais nada nem ninguém lhe poderá devolver a razão de viver e, entregue ao álcool e aos desespero, espera um dia ganhar coragem para se juntar àqueles que mais amava.
 O destino irá cruzar os caminhos de Cathryn e Thomas numa história magnifica de superação, ensinando-os a transformar a adversidades em oportunidades e a valorizar a beleza que existe em tudo o que os rodeia. 

Minha opinião: 
Adorei.. é uma grande história de amor, sofrimento, coragem.. 
A Delta é uma pessoa tão adorável e com um enorme coração. Cathryn uma mulher de força surpreendente que não sabia do que era capaz. Thomas um homem fantástico com tanto amor para dar que não sabia que existia, e um grande coração. 
Estou ansiosa por ler mais livros de Deborah Smith :)

Classificação: 4,5/5

sábado, 16 de novembro de 2013

Minha biblioteca para Historias de encantar de Bri


Não estou contente com o separador intitulado "Minha biblioteca" no blog Pleasures and my world..
Decidi passa-lo para aqui, mas em formado de posts.. vou ver se este fim de semana começo a fazer isso..

Ainda não me esqueci de acabar a história mas tenho andado demasiado ocupada e há sempre alguma coisa que fica para trás

Beijinhos Bri

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

capitulo VI (continuação)



Quando Carolina entrou dentro do bar, viu logo Miguel, o seu coração partiu-se em mim bocadinhos quando viu o seu ar pensativo e abatido. Teve imensa vontade de ir lá ter com ele, mas não podia.
Na noite em que Miguel a deixou à espera encontrou Jorge á sua espera, o seu ex namorado. Tinha ido pedir-lhe desculpa e pedir-lhe que voltassem. Carolina estava tão abatida que aceitou sem pensar bem no assunto.
Esta noite, Carolina ia encontrar-se com Jorge no bar para irem jantar.
Quando Jorge chegou, ele beijou-a de uma maneira tão rara mas que adorava, com um beijo apaixonado. No fim do beijo olhou para Miguel, ele já se tinha levantado e estava de costas para se ir embora.
Mais uma vez o seu coração deu sinal de si. A noite de hoje poderia ser tão diferente. Porque é que ele não apareceu na outra noite? O desfecho deles podia ser tão diferente. Mas já era tarde demais, estavam num ponto sem retorno. Tinha voltado para Jorge e tinha de esquecer Miguel.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Capitulo VI


Miguel começou a ir aquele bar todos os dias, o mesmo bar onde conheceu Carolina, o mesmo bar onde a deixou escapar
Desde aquela noite ele culpa-se por não ter chegado mais cedo. Se não tivesse tido o telefonema de Ana, neste momento, em vez de estar sozinho naquela mesa de bar, estaria num lugar mais acolhedor como um restaurante ou no seu apartamento à luz das velas. 
Enquanto Miguel tinha o desvaneio de tudo o que poderia estar a fazer, Carolina entra e senta-se ao balcão. 
Mas antes de Miguel ter tido tempo de se levantar, entra um homem enorme, cara de poucos amigos, ar de quem vai ao ginásio todos os dias, com rala cabeleira loira. Chega ao pé de Carolina. Agarra-lhe a cara e aquele homem enorme beija Carolina com um beijo apaixonado.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

capitulo V



Capitulo V


Ana está em casa sozinha. Está mais aliviada desde que falou com Miguel. Juntos irão conseguir ter o Santiago de antigamente de novo.

Lembra-se de como tudo começou. Foi num dia chuvoso, tinha acabado de chegar á universidade. O chapéu-de-chuva tinha-se estragado e estava toda encharcada juntamente com todos os livros, cadernos e trabalhos que tinha nas mãos, quando tropeçou e cai mesmo numa poça espalhando tudo o que tinha nas mãos.

Começa a chorar, estava sobre grande stress devido a apresentações e frequências. Quando alguém lhe tocou no ombro, assustou-se.

Olha para o lado e repara numa cara masculina sorridente, empresta-lhe o chapéu de chuva. Tinha cabelo preto, todo molhado e agarrado á cabeça.

Quando agarra o chapéu de chuva, sorri-lhe envergonhada.

- espera, levanta-te mas não te vás embora – Pede-lhe o estranho enquanto a ajuda a levantar

Nem tenho tempo para responder, ele começa logo a apanhar as coisas dela espalhadas pelo chão.

Quando já estavam os dois debaixo do chapéu, encaminharam-se para o edifício da universidade em silêncio.

-pronto já chegamos. Muito obrigada. Se não fosse você ainda estava á chuva! – agradece Ana

- não tens que agradecer. Vi-te tão atrapalhada que tinha de te ajudar. E já agora, chamo-me Santiago mas podes tratar-me por Santi.

-Eu sou Carolina. Obrigada ,aos uma vez, mas agora tenho que ir para a aula.

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Santiago já tinha saído do escritório á meia hora, hoje fez horas a mais. São 19h e encontra-se num bar com uma cerveja á frente.

Pena no seu relacionamento com Ana, ela não é capaz de fazer as coisas que ele lhe pede, mantem sempre o trabalho á sua frente. A sua mãe era incapaz fazer isso ao seu pai.

Ainda se lembra de ouvir a sua mãe a chorar, do som do cinto a bater contra a pele enquanto se escondia no roupeiro.

Quando a mãe já não se conseguia levantar, o seu pai dirigia-se ao roupeiro onde estava escondido.

-Anca cá seu bastardo! Vem já aqui! – Gritava o seu pai



Eu ia encolhido sabendo que mal chegasse ao pé dele, ia sentir o couro do cinto na sua pele enquanto a sua mãe já só conseguia murmurar para deixar o menino em paz, que batesse nela.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

capitulo IV



Capitulo IV


Carolina está sentada na mesma mesa de á duas noites atrás. Está ansiosa por conhecer melhor o enigmático homem moreno de cabelos castanhos espetados naturalmente e ombros largos. Queria dar-lhe um nome, mas lembrou-se que se esqueceu de perguntar.

Olha para o relógio, é só 21h30

-Desculpe? Quero um café e uma Coca-Cola se faz favor! – Pede Carolina ao empregado de mesa. 
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Miguel está a acabar de jantar. O cabelo revolto cor de fogo, os olhos verdes penetrantes e as maravilhosas sardas não lhe saem da cabeça. 

- Ah! Quem me dera beijar uma a uma aquelas sardas e acabar naquela boca… - Suspira Miguel

O telefone começa a tocar, é Ana. Ele deu-lhe o numero para o caso de ela precisar ajuda. 

- Olá. Passa-se alguma coisa Ana?

-Olá Miguel! Desculpa estar a chatear. Mas podemos falar?

-Claro que podemos. O que se passa?

-É o Santi! Ele está cada vez pior. Tenho medo de como isto pode acabar! Ele anda a beber cada vez mais. E depois dorme no jardim ou então nas escadas de entrada com as chaves na mão. E já sei que está em risco de perder o emprego. – Diz Ana chorosa

- Sim eu tenho reparado que ele tem estado diferente. E como estão as coisas entre vocês?

-Como assim?

-Ele bateu-te? É agressivo para ti?

- Não! Claro que não!!

Miguel nota que Ana não foi sincera. Ela tem medo na sua voz. 

-Tens a certeza? Não precisas de ter medo!

-Sim tenho! Obrigada! Eu só preciso de ajuda por causa do problema da bebida e desabafar a minha preocupação

- está bem. Então falaremos sobre o problema da bebida. Ajudo no que for preciso
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Era meia-noite e Carolina continuava sozinha na mesa. Já tinha bebido um café, duas coca-colas e uma seven up. Já teve que afastar uma dezena de homens excitados que procuram a sua próxima vítima

Sente-se estupida. Essa noite arranjou-se o melhor possível. Até foi ás compras porque nada o que tinha lhe parecia indicado. Não acredita que foi tão parva. Pensava que aquele homem enigmático era especial. 

Carolina levanta-se para ir embora, concerta o vestido vermelho, ela achou-o perfeito, justo no peito e a partir da cintura faz balão acentuando-lhe a cintura. E até tinha feito caracóis para não ir com o cabelo revolto. Sentia-se extramente bonita, bonita e estupida. 

Pega no casaco e dirige-se para casa, fica num apartamento a dois prédios do bar. 

Passado vinte minutos de Carolina ter saído, Miguel entra no bar. A conversa com Ana demorou mais do que pensava. Mas tinha que falar com ela, Ana precisa que alguém a apoie. Miguel também nota que Ana não lhe contou nem metade, vai ter que averiguar isso. 

Olhou para todo o bar. Não a encontra! Não vê aquele cabelo revolto ruivo! Não ve o seu anjo! Desistiu de esperar por ele. 

Quando se aproxima da mesa onde ela esteve no dia em que a viu repara num guardanapo escrito. Tem que o ler, pode não ser ela, mas tem o pressentimento que tem que o ler. 

“Fui tão parva”

-Como é que a vou encontrar de novo? Tenho que pensar



(P.S. quem quiser pode dar sugestoes para o desenvolvimento da historia)

Novo separador





Bom dia, 
Decidi acrescentar um separador onde vocês podem dar sugestões para a história e para as personagens :)

Briana